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terça-feira, 9 de março de 2010

Darwinius Masillae que foi homenageado pelo Google

Homenagem do google pela descoberta.
O Elo Perdido - By Google

No dia 19 de Maio de 2009, foi apresentado nos EUA um fóssil de 47 milhões de anos que muitos estão considerando como o “elo perdido” da evolução humana. Segundo os cientistas, o pré-primata, batizado de Darwinius Masillae vivia em uma região onde hoje é a Alemanha e na sua fase adulta não pesava mais de 1 Kg, mas possui características bem marcantes da raça humano, como por exemplo a presença de dedos e unhas no lugar das garras.Darwinius Masillae

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Debates

Hoje eu assisti a um vídeo no youtube (segue o link abaixo) que me deixou triste por causa de um fanático religioso disfarçado de geólogo que mesmo tendo estudado, ainda acredita em papai noel vêementemente. Citou a segunda lei da termodinâmica para desbancar a evolução (essa é clássica) mas o coitado não é físico!!! ele supostamente, é geólogo!!! Digo supostamente por que eu não entendo um geólogo (FORMADO) achar que a terra tem 6000 anos!!! e que os animaizinhos entraram no barquinhoooo.....


(http://www.youtube.com/watch?v=MIUDG3JC8kk&feature=related)

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Falácias Criacionistas

“o que me deixa mais impressionado em toda essa “busca pela verdade”, se é que eu posso falar que existe realmente uma busca, é que toda vez que eu vejo um artigo, uma citação, um comentário que venha de um criacionista tentando contradizer a Evolução, eu sempre encontro uma fraude, uma tentativa desesperada de esconder algo, tudo isso sem fazer muito esforço...” André Ortiz

Estou aqui novamente, para explicar mais uma das várias falácias cometidas por ”criacionistas mal informados” (se isto não for pleonasmo), o caso é que eu estava lendo um artigo sobre a Teoria da Evolução e a segunda lei da termodinâmica que muitos criacionistas citam como uma pedra no sapato dos evolucionistas, num site de uma pessoa intitulada como prof. Alessandro Lima. Ele afirmou que o cloroplasto (uma organela celular) não pode ter sido ‘fruto’ da Evolução.

Provas da origem endossimbionte das mitocôndrias e cloroplastos

Os seguintes fatos provam que as mitocôndrias e cloroplastos tiveram origem em bactérias endossimbiontes:

Tanto as mitocôndrias como os cloroplastos possuem DNA bastante diferente do que existe no núcleo celular e em quantidades semelhantes ao das bactérias;

As mitocôndrias utilizam um código genético diferente do da célula eucariótica hospedeira e semelhante ao das bactérias e Archaea;

Ambos estes organelos se encontram rodeados por duas ou mais membranas e a mais interna tem diferenças na composição em relação às outras membranas da célula e semelhanças com a dos procariotas;

Ambos se formam por fissão binária, como é comum nas bactérias; em algumas algas, como a Euglena, os cloroplastos podem ser destruídos por certas substâncias químicas ou por ausência prolongada de luz, sem que isso afete a célula (que se torna heterotrófica); além disso, quando isto acontece, a célula não tem capacidade para regenerar os seus cloroplastos;

Muito da estrutura e bioquímica dos cloroplastos, como por exemplo, a presença de tilacóides e tipos particulares de pigmentos, é muito semelhante aos das cianobactérias; análises filogenéticas de bactérias, cloroplastos e genomas eucarióticos também sugerem que os cloroplastos estão relacionados com as cianobactérias;

A sequência do DNA de algumas espécies sugere que o núcleo celular contém genes que aparentemente vieram do cloroplasto;

Tanto as mitocôndrias como os cloroplastos possuem genomas muito pequenos, em comparação com outros organismos, o que pode significar um aumento da dependência destes organelos depois da simbiose se tornar obrigatória, ou melhor, passar a ser um organismo novo;

Vários grupos de protistas possuem cloroplastos, embora os seus portadores serem, em geral, mais estreitamente aparentados com formas que não os possuem, o que sugere que, se os cloroplastos tiveram origem em células endosimbiontes, esse processo teve lugar múltiplas vezes, o que é muitas vezes chamado “endosimbiose secundária”.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Evolução vs. Intelligent Design - O caso Kitzmiller vs. Dover

Trata-se do conflito existente entre os defensores da Teoria da Evolução, de Charles Darwin e do Intelligent Design, da autoria de Michael J. Behe.

Esta discussão - que na minha opinião nunca deveria ter lugar - assumiu uma grande popularidade num passado recente quando a administração de uma escola em Dover, na Pensilvânia (EUA) tentou introduzir no programa o ensino do Intelligent Design, tentando gorar e descredibilizar as teorias neodarwinistas.

A reação fez-se sentir e um conjunto de pais de alunos daquela escola intentou uma ação judicial contra a administração escolar.

Este processo, a tramitação que levou, bem como a decisão final tomada pelo Juíz (que, e bem, foi favorável ao grupo de pais que levantou o processo judicial, apesar dele ter sido indicado pelo presidente Bush (cristão), apenas para informar alguns sites criacionistas que acham que a sentença foi "tendenciosa") mas, pode ser de forma muito sólida, coerente e eficaz observada neste site(http://www.pbs.org/wgbh/nova/id/), onde se podem ver os 12 capítulos de uma emissão televisiva acerca deste caso controverso.


A visita, apesar de o site se encontrar em inglês, é essencial e demonstra como ainda se encontra bom senso, ponderação e sentimento de justiça, bem como sensatas afirmações de defesa do laicismo no sistema judicial americano.

Para compreenderem melhor a teoria da evolução, de uma forma didática e extremamente interessante, com dedicação de espaços a professores e alunos, a visita a este site (http://www.pbs.org/wgbh/evolution/) é obrigatória.

Para aqueles que estiverem interessados em verificar quais as falácias encontradas nos discursos argumentativos dos Criacionistas, visitem esta página (http://www.daltonator.net/durandal/creationism/fallacies.shtml) (com uma certa dose de humor), mais uma vez em inglês.

Desenho…Inteligente??? Daaahhh

Acabando com desentendimentos...

Sobre o flagelo bacteriano e a evolução das espécies.

Por: André Ortiz

A maioria dos sites criacionistas, quando querem unir a ciência ao desejo de acreditar que tudo o que existe hoje, foi feito por um Design Inteligente, usam o exemplo do Flagelo Bacteriano. Resumindo, o Flagelo Bacteriano se assemelha a um motor que gira uma “corda” para que esta impulsione a bactéria em um meio líquido. Eles dizem que este sistema é muito complexo e que não tem utilidade quando faltam partes do “motor”. Em geral estes sites tiraram esta idéia do livro “A caixa preta de Darwin” do autor Michael Behe, que não estudou muito sobre o flagelo, apenas concluiu que o cientista David Derosier (Brandeis University), se referiu a Design Inteligente quando disse em uma de suas teses sobre o Flagelo Bacteriano que este sistema parecia ter sido feito por mãos humanas, mas em uma entrevista posterior, explicou que “somente comentou que parecia ter sido feito”, mas que ele tem razões para dizer que o Flagelo surgiu por meios evolutivos. Citou o caso da bactéria Yersinia pestis, causadora da Peste Bubônica, que tem partes muito semelhantes do flagelo, mas é muito mais simples que a mesma. Estava claro, que alegar coisas como “uma peça da geladeira não faz sentido, se não for uma geladeira!”, é um pensamento muito pequeno. - O motor que o diga!

Para a infelicidade dos criacionistas, este é mais um exemplo que foi muito citado e acabou se tornando uma pedra no sapato. Claro que ainda vejo alguns que pisam com força no mesmo lugar, mas isso é até encontrarem uma outra pedra...

Fonte: http://br.youtube.com/watch?v=cSA17otGUnw